


Na caixa de ferramentas do gestor moderno, a comunicação eficaz já não pode ser encarada como uma peça nice-to-have. Num contexto em que a capacidade de atenção de todo o profissional está esticada até ao limite pela informação massiva e constante, e em que as melhorias na produtividade das organizações dependem cada vez mais da nossa capacidade de motivar e alinhar pessoas, já não basta, para convencer quem trabalha ou faça negócios connosco, termos razão ou sermos os “donos da verdade”.



